

CRÍTICA | "Pai Mãe Irmã Irmão"
Rebelde por excelência, o nova-iorquino Jim Jarmusch construiu uma carreira marcada por filmes que nunca pareceram interessados em ser mais do que realmente são. A opinião acerca do público de seus trabalhos acompanha a extravagância da persona, sempre mantendo-se indiferente. E a partir do momento em que não há uma preocupação em articular um discurso ou dialogar com a plateia, surge a sensação libertadora de pura e simplesmente fazer o que dá na telha. Ou, nas palavras do
Guilherme Cândido
há 9 horas3 min de leitura







