

CRÍTICA | "Enzo"
Curioso ter assistido a Enzo pouco tempo depois de A Praga . Ambos retratam as angústias durante a adolescência, com recortes sobre pertencimento e autodescoberta. Enquanto o segundo adota uma abordagem de terror, dando vazão aos sentimentos extremados inerentes à idade, o primeiro opta por caminhos mais convencionais, embora não menos potentes. O núcleo, no entanto, é o mesmo, partindo de questões universais. A produção foi idealizada por Laureant Cantet, do excelente Entre
Guilherme Cândido
há 3 horas3 min de leitura







