

CRÍTICA | "Futuro Futuro"
Há uma certa tradição no Cinema de gênero em utilizar estilos e convenções como matéria-prima de uma alegoria maior, a base de um discurso a ser apresentado. No caso da ficção científica, especialmente esta dirigida pelo gaúcho Davi Pretto é menos complicado tecer reflexões sobre o abismo que costuma separar ricos e pobres. Na distopia imaginada por Pretto, uma cidade é dividida em duas áreas isoladas, uma povoada por pessoas que não precisam trabalhar porque já possuem dinhe
Guilherme Cândido
há 1 dia3 min de leitura







