

CRÍTICA | "Eddington"
Quase cinco anos após a COVID-19 ser caracterizada pela Organização Mundial da Saúde como uma pandemia, surge o filme que melhor sintetiza aquele período de trevas e incertezas, bem como suas consequências. E quis o destino que essa produção fosse um faroeste moderno saído da mente de Ari Aster, consolidado como um dos mais proeminentes nomes do terror moderno. Criativamente inquieto, o nova-iorquino merece respeito por jamais se acomodar, afinal, quem imaginaria o sombrio e
Guilherme Cândido
14 de nov. de 20253 min de leitura


'Beau Tem Medo': Uma Épica Odisseia Rumo a Lugar Nenhum
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Guilherme Cândido
27 de abr. de 20234 min de leitura


"Midsommar" aposta em espiral de excentricidades, mas derrapa no ritmo
Com Hereditário, seu longa-metragem de estreia, o diretor/roteirista nova-iorquino Ari Aster revelou que não se interessa por fórmulas...
Guilherme Cândido
18 de set. de 20194 min de leitura







