

CRÍTICA | "Herança de Narcisa"
Uma mulher sozinha numa mansão envelhecida onde eventos estranhos acontecem. É um tropo clássico de filme de terror, mas que não é fortemente abraçado por Clarissa Appelt e Daniel Dias, parceiros de roteiro e direção deste Herança de Narcisa, longa-metragem que passou pelo Festival do Rio 2025 e chega aos cinemas impulsionado por uma força motriz chamada Paolla Oliveira. Ela interpreta Ana, que resolve passar uns dias na antiga casa de infância para fazer uma limpeza comple
Guilherme Cândido
8 de jul.2 min de leitura







