

"O Homem nas Trevas" troca o choque pela tensão
Fazer um bom filme de horror é um desafio que demanda inteligência, habilidade e, acima de tudo, paciência. Inteligência para entender que na arte de aterrorizar não existe arma mais poderosa do que a própria imaginação de quem está assistindo. Nesse caso, sugerir é muito mais eficiente do que revelar. E é aí que entra a habilidade do cineasta em manipular as sensações do público, que projetará seus piores medos no “monstro” da história. Entretanto, um longa-metragem de horro
Guilherme Cândido
7 de set. de 20163 min de leitura







