

CRÍTICA | "Refém Por Um Fio"
É uma prática comum das distribuidoras brasileiras farejar filmes que exalem o feromônio das grandes premiações. Produções que provavelmente passariam batido pelo espectador médio, mas que acabam entrando no radar de completistas e curiosos de plantão. Ora, quem não gostaria de ofertar ao público exatamente o que se quer ver, afinal? Também há casos em que o tiro sai pela culatra, vide Ferrari (2023), Priscilla (2023) e Sorry, Baby (2025), só para ficar nos mais recentes. Mas
Guilherme Cândido
há 1 dia3 min de leitura







