

CRÍTICA | "Cartório das Almas"
O pós-vida segue despertando a curiosidade da humanidade e o Cinema espelha esse fascínio milenar através de obras marcantes ao longo das décadas. Se a continuidade da existência gera dúvida, a finitude é uma das poucas certezas que temos e é justamente a união desses questionamentos que sedimenta a premissa de Cartório das Almas, vencedor de dois candangos no Festival de Brasília 2023. O diretor e roteirista Leo Bello usa o Além para investigar o que nos move em vida. Bello
Guilherme Cândido
há 13 horas3 min de leitura







