

CRÍTICA | "Missão Refúgio"
Somente uma pandemia global pode parar Jason Statham e digo isso com toda a convicção possível, pois desde 2000, o britânico lançou ao menos um longa-metragem por ano. A exceção? Pois é. Aliás, me corrijo: em 2022 ele também não deu o ar da graça. Mas em compensação, ele apareceu em quatro filmes no ano seguinte, mantendo a média anual incólume. Se Statham nem de longe aparenta lassitude, seus papéis, ao contrário, estão variando cada vez menos. Não me refiro à persona durona
Guilherme Cândido
14 de mar.3 min de leitura


'Robô Selvagem' empolga como aventura, mas cativa com discurso emocionante
Quando se fala em desenhos ou animações, muitos imediatamente lembrarão da Disney, tamanha a popularidade das obras concebidas pelo...
Guilherme Cândido
26 de out. de 20245 min de leitura







