

CRÍTICA | "Missão Refúgio"
Somente uma pandemia global pode parar Jason Statham e digo isso com toda a convicção possível, pois desde 2000, o britânico lançou ao menos um longa-metragem por ano. A exceção? Pois é. Aliás, me corrijo: em 2022 ele também não deu o ar da graça. Mas em compensação, ele apareceu em quatro filmes no ano seguinte, mantendo a média anual incólume. Se Statham nem de longe aparenta lassitude, seus papéis, ao contrário, estão variando cada vez menos. Não me refiro à persona durona
Guilherme Cândido
há 2 horas3 min de leitura







