

CRÍTICA | "Morte e Vida Madalena"
Pegando emprestado o título do poema modernista de João Cabral de Melo Neto (1920-1999), Morte e Vida Madalena acompanha as dificuldades de uma produtora grávida para tirar do papel uma ficção científica B idealizada pelo pai, recém-falecido. No entanto a epopeia de Madalena (Noá Bonoba) ganha contornos tragicômicos à medida que as dificuldades de se fazer Cinema de forma independente se impõem. Claro, tais dificuldades são extrapoladas ao absurdo pelo cineasta cearense Guto
Guilherme Cândido
17 de set.2 min de leitura







