

CRÍTICA | "Cavalo Selvagem Nove"
Minha relação com o Cinema de Martin McDonagh foi de amor à primeira vista, mais precisamente desde In Bruges (2008), época em que as distribuidoras tentavam atrair o público das locadores através de traduções, no mínimo, questionáveis, como o Hot Fuzz de Edgar Wright se tornando Chumbo Grosso e o filme de estreia do cineasta britânico, traduzindo por aqui como Na Mira do Chefe. O misto de humor sombrio com melancolia me fisgou desde o primeiro diálogo e até hoje lembro com a
Guilherme Cândido
há 10 minutos3 min de leitura


CRÍTICA | "Pai Mãe Irmã Irmão"
Rebelde por excelência, o nova-iorquino Jim Jarmusch construiu uma carreira marcada por filmes que nunca pareceram interessados em ser mais do que realmente são. A opinião acerca do público de seus trabalhos acompanha a extravagância da persona, sempre mantendo-se indiferente. E a partir do momento em que não há uma preocupação em articular um discurso ou dialogar com a plateia, surge a sensação libertadora de pura e simplesmente fazer o que dá na telha. Ou, nas palavras do
Guilherme Cândido
10 de abr.3 min de leitura







