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CRÍTICA | "Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra"
Às vezes é possível se esquecer de que, antes de comandar a bilionária trilogia Piratas do Caribe , o realizador Gore Verbinski ficou conhecido não apenas pela versatilidade, mas por entregar muito, mesmo trabalhando com pouco. É justamente o orçamento enxuto que estimula a criatividade de grandes contadores de histórias, obrigados a substituírem os recursos financeiros pelos criativos. Ainda que o trabalho na franquia bucaneira tenha sido excepcional, foi precisamente ao sai
há 1 hora3 min de leitura


CRÍTICA | "Michael"
Os feitos de Michael Jackson são públicos e notórios. A marca deixada por ele não apenas na Música, mas também na cultura mundial é indelével, ou alguém seria incapaz de reconhecer a jaqueta vermelha usada no clipe de Thriller , por exemplo? Aliás, alguém ainda não ouviu a música que encabeça o disco mais vendido de todos os tempos? E é seguro presumir que todos já ouviram falar no “ moonwalk ” ou nos soluços vocais durante canções? Tudo isso é ilustrado em Michael , longa-m
há 1 dia4 min de leitura


CRÍTICA | "Maldição da Múmia"
O produtor Jason Blum passou grande parte da divulgação de Maldição da Múmia tentando desesperadamente desvinculá-lo da franquia noventista estrelada por Brendan Fraser e Rachel Weisz. Não há ligação alguma, é verdade, mas os dois filmes não poderiam ser mais diferentes em tom, estrutura e proposta. Eu ficaria curioso mesmo é para vê-lo tentar diferenciar a nova produção de “inspirações” como O Exorcista , Hereditário e Evil Dead , cujo último filme é do mesmo Lee Cronin co
há 6 dias3 min de leitura


CRÍTICA | "Vidas Entrelaçadas"
Com o aguardadíssimo O Diabo Veste Prada 2 programado para estrear em duas semanas, Vidas Entrelaçadas chega aos cinemas tanto como um aquecimento, quanto como uma perspectiva diferente sobre o mundo da Moda. Exibido no Festival do Rio passado, a produção não é entitulada originalmente Couture à toa. A palavra, que dá significado aos pontos de costura, faz referência ao formato narrativo escolhido pela realizadora francesa Alice Winocour e ganhou uma (rara) satisfatória ve
há 7 dias2 min de leitura


CRÍTICA | "O Estrangeiro"
*Crítica publicada durante a cobertura do Festival do Rio 2025 Com uma longa carreira marcada por uma surpresa a cada novo trabalho, François Ozon finalmente faz uma adaptação do clássico O Estrangeiro (1942) de Albert Camus. Finalmente, pois era uma questão de tempo até o altamente influente best-seller ganhar uma versão assinada pelo cineasta mais inquieto de seu país. Não bastasse apresentar um longa-metragem anualmente, o francês se certifica de reinventar-se em cada no
14 de abr.2 min de leitura
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