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CRÍTICA | "Herança de Narcisa"
Uma mulher sozinha numa mansão envelhecida onde eventos estranhos acontecem. É um tropo clássico de filme de terror, mas que não é fortemente abraçado por Clarissa Appelt e Daniel Dias, parceiros de roteiro e direção deste Herança de Narcisa, longa-metragem que passou pelo Festival do Rio 2025 e chega aos cinemas impulsionado por uma força motriz chamada Paolla Oliveira. Ela interpreta Ana, que resolve passar uns dias na antiga casa de infância para fazer uma limpeza comple
há 1 dia2 min de leitura


CRÍTICA | "O Convite"
Muitos conheceram Olivia Wilde como a Thirteen da série médica House (2004-2012), a mais vista do planeta por duas temporadas consecutivas. Outros tantos acompanharam sua ascensão frustrada ao Cinema, quando embarcou numa sequência de fracassos que inclui Cowboys e Aliens, Eu Queria Ter a Sua Vida e O Preço do Amanhã. O fato de os três estrearem em sequência no ano de 2011 foi a cereja mórbida do bolo azarado preparado pela atriz novaiorquina. Felizmente, esse período prolífi
há 2 dias5 min de leitura


CRÍTICA | "Franz"
*Crítica publicada durante a cobertura do Festival do Rio 2025 Como muitos pensadores brilhantes, Kafka só alcançou relevância mundial após a morte, parte inexpugnável da vida que tradicionalmente desperta a curiosidade do público sobre a obra do falecido, especialmente se este foi um artista. E como um artista, das palavras e do pensamento, o tcheco não poderia ser menos exótico e antissocial, características que distanciavam potenciais admiradores, mas que servem como atrib
1 de jul.2 min de leitura


CRÍTICA | "Supergirl"
Quando James Gunn foi contratado para chefiar o novo DC Studios, muito se comentou sobre o tom dos vindouros projetos, uma vez que a editora ficou marcada pelas adaptações sombrias e realistas. No entanto, Superman, o primeiro dessa leva planejada (e comandado pelo próprio chefão), trouxe um equilíbrio perfeito enquanto realinhava o personagem às suas origens. Paradoxalmente, foi justamente num filme sem a direção de Gunn que o recém-criado estúdio acabou concretizando os pes
24 de jun.3 min de leitura


CRÍTICA | "Toy Story 5"
Quando Toy Story 3 foi lançado, muitos encararam como o fim perfeito para a saga iniciada em 1995, uma sensação validada por ninguém menos que o falastrão cineasta Quentin Tarantino. “Eu não tenho nenhum desejo de assisti-lo. Você literalmente terminou a sua história da forma mais perfeita imaginável, então não, não quero. Não me importa se o filme é bom. Para mim, acabou”, ele disse durante a repercussão do filme anterior. Sim, nem tudo que ele tem falado merece consideração
16 de jun.4 min de leitura
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